Deixamos de falar com pessoas que conhecemos de longas datas, já não temos mais aquele ardor por um (a) amigo (a), pois conhecemos outros, e a imagem que construímos destrói tudo o que passamos juntos com os nossos velhos companheiros.
A reflexão que faço nessa manhã é a seguinte: Qual o verdadeiro valor que damos as pessoas com as quais convivemos?
Elas precisam ser substituídas? Ou pelo contrário, devo me cercar de pessoas que me amam e que um dia de certa forma eu também as amei.
Pessoas, não são roupas que precisam ser ajustáveis as nossas conveniências, mas são seres humanos que de uma maneira ou de outra, nos ajudam a crescer.
Quando o distanciamento se dá de forma natural, os laços afetivos permanecem para a eternidade, porém quando se dá pela troca esse gesto nos sinaliza que a nossa dose de amor precisa ser reforçada.
Sabe aquela pessoa que faz tempo que você não diz um “oi”, “você esta bem”? Que tal fazer hoje? O mundo prega que ninguém é insubstituível, eu prego justamente o contrário, poderá haver pessoas diferentes, mas cada um é cada um, sendo assim não há como substituir, há sim, pessoas com as quais teremos mais facilidade em lidar, mas não que as demais sejam inferiores. Que executarão tarefas ou qualquer coisa de outro modo, mas invalidar a ação do outro jamais. Lembre-se que quem substitui, também pode ser substituído, creio que não é isso que você queira para si! Prof. Flavio Costa

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