quinta-feira, 12 de setembro de 2013

As doenças da Alma


As doenças da Alma

Pequeno ensaio 


 

            Há um índice grande de pessoas que estão sofrendo de depressões e de outras patologias, que as impedem de viver socialmente.

            Estudos revelam que boa parte dessas “doenças”, está associada ao estilo de vida que a sociedade moderna nos empurra a viver.

            Alimentações inadequadas, stress contínuos, poucas horas de descansos, incluindo poucas horas de sono, enfim a vida agitada que uma sociedade moderna que não valoriza o bem estar pessoal, mas o ganho “capitalismo” contribui assustadoramente para o aumento desses quadros.

            Algumas profissões tem batido recordes em doenças psiquiátrico-mentais, entre elas podemos destacar: professores e policiais.

            O número de profissionais dessas duas categorias afastados dos seus ambientes cresce em proporções enormes.

            Podemos dizer que há vários motivos para a leitura desse quadro, mas nada é tão forte quanto à situação de stress diário que esses profissionais vivenciam cotidianamente.

            Chamamos de doença da alma, pois em muitos casos, essas patologias estão associadas à depressão, as inúmeras situações pressões sofridas e que são canalizadas de forma assintomáticas e que no futuro aparecerão de forma orgânica.

            O que fazer? Como diminuir tamanho prejuízo causado a esses profissionais?

            Uma das soluções possíveis é o acompanhamento sistemático desses profissionais.

            Elaboração de projetos que desencadeiem momentos de lazer e exercícios físicos tais como: danças, iogas, natação, e outros, contribuindo com a extrapolação, a vazão de sentimentos que são armazenados como energias negativas, que se não tratados geram doenças.

            O velho ditado: “Mente sã, corpo são” hoje esta mais claro do que imaginávamos.

            Os governantes precisam urgentemente buscar alternativas para a diminuição desse quadro, como já dito assustador.

            Não é possível deixar que essa massa aumente diariamente e que seja mascarada com a falsa ideia de que esses profissionais não querem trabalhar.

            É preciso rever alguns conceitos e valores, para que não tenhamos um índice maior de pessoas que estão doentes e ficando adoecidas pelo simples fato de não terem condições dignas de trabalhos! Prof. Flavio Costa

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