As doenças da Alma
Há
um índice grande de pessoas que estão sofrendo de depressões e de outras
patologias, que as impedem de viver socialmente.
Estudos
revelam que boa parte dessas “doenças”, está associada ao estilo de vida que a
sociedade moderna nos empurra a viver.
Alimentações
inadequadas, stress contínuos, poucas horas de descansos, incluindo poucas
horas de sono, enfim a vida agitada que uma sociedade moderna que não valoriza
o bem estar pessoal, mas o ganho “capitalismo” contribui assustadoramente para
o aumento desses quadros.
Algumas
profissões tem batido recordes em doenças psiquiátrico-mentais, entre elas
podemos destacar: professores e policiais.
O
número de profissionais dessas duas categorias afastados dos seus ambientes
cresce em proporções enormes.
Podemos
dizer que há vários motivos para a leitura desse quadro, mas nada é tão forte
quanto à situação de stress diário que esses profissionais vivenciam
cotidianamente.
Chamamos
de doença da alma, pois em muitos casos, essas patologias estão associadas à
depressão, as inúmeras situações pressões sofridas e que são canalizadas de
forma assintomáticas e que no futuro aparecerão de forma orgânica.
O
que fazer? Como diminuir tamanho prejuízo causado a esses profissionais?
Uma
das soluções possíveis é o acompanhamento sistemático desses profissionais.
Elaboração
de projetos que desencadeiem momentos de lazer e exercícios físicos tais como:
danças, iogas, natação, e outros, contribuindo com a extrapolação, a vazão de
sentimentos que são armazenados como energias negativas, que se não tratados
geram doenças.
O
velho ditado: “Mente sã, corpo são” hoje esta mais claro do que imaginávamos.
Os
governantes precisam urgentemente buscar alternativas para a diminuição desse
quadro, como já dito assustador.
Não
é possível deixar que essa massa aumente diariamente e que seja mascarada com a
falsa ideia de que esses profissionais não querem trabalhar.
É
preciso rever alguns conceitos e valores, para que não tenhamos um índice maior
de pessoas que estão doentes e ficando adoecidas pelo simples fato de não terem
condições dignas de trabalhos! Prof. Flavio Costa


0 comentários:
Postar um comentário